Cuidar da saúde é sinal de inteligência

Parece que este artigo não tem muita relação com o conteúdo do site, mas é bastante importante em época de estudos cuidar da saúde. Pensando nisso é que devemos, por exemplo, cuidar do nosso peso corporal.

Você contou calorias e caminhou e caminhou, mas seus jeans ainda não se encaixam. A dieta de fome tomou este princípio básico ao extremo, a fim de garantir a perda de gordura, mesmo para indivíduos saudáveis. Isto irá aumentar o seu metabolismo de repouso e transformar seu corpo em um queimador de gordura. Após exercícios de poder, um treino de queima de gordura atlética gastaria um curto período de tempo em exercícios de força essenciais, tais como agachamentos, exercícios superiores do corpo (empurrando e puxando) e exercícios de uma perna. Sim, o estrogênio é armazenado em células de gordura. Em termos de metabolismo de gordura, o fígado está cheio de células que quebram as gorduras e transformá-los em energia utilizável. Eu usei o salto de saúde "e é ótimo, mas eu quero dicas sobre exercícios básicos para gradualmente trabalhar até mais exercícios desafiadores sobre o plano detox inteligente.

Sporty female body with the drawing arrows isolated on white. Nutrition, healthy eating and sport co

Ter uma grande quantidade de gordura da barriga (em comparação com a gordura em torno de sua parte inferior ou coxas) torna você mais propensos a desenvolver diabetes e problemas cardíacos. Durante a digestão, ele remove as calorias consumidas pela adição de proteína e gordura que você come recomendo plano detox inteligente receitas. Quando sua produção de estrogênio começa a desacelerar, seu corpo neutraliza tentando segurar o máximo de seu estrogênio existente possível - o que significa segurar a gordura que a contém. Algumas pessoas vão realmente ir 24 horas sem comer qualquer coisa (como do jantar ao jantar), fazendo com que o corpo queimar gordura para combustível. Não é necessário contar calorias, desde que você mantenha os carboidratos muito baixos e furar a proteína, gordura e vegetais de baixo teor de carboidratos. Se você foi algumas dicas sobre como perder peso e queimar gordura, vá para este site - não há nenhum custo e não há lugar para inserir informações de cartão de crédito! Estudos mostram que comer leite integral leiteiro é realmente ligada a menos gordura corporal e menores níveis de obesidade.

Trechos da filosofia na dissertação

O uso de trechos de textos da Filosofia é um recurso bastante interessante para atender uma das competências exigidas no Enem. demonstrar conhecimento de outros campos do conhecimento é muito importante para garantir uma boa nota. Veja o texto abaixo e anote aquilo que você considerar importante para a escrita dos seus textos. Para saber mais sobre o assunto, clique aqui.

redação-enem-missão-enem-curso-online-medo-de-escrever-modelo-de-redacao

Textos filosóficos na construção da dissertação

A denúncia de Meleto

—  Então, Meleto, por esses mesmos deuses de que agora se trata, fala com mais clareza ainda, a mim e a estes senhores; não consigo entender se afirmas que ensino a crer na existência de certos deuses — nesse caso admito a existência de deuses, absolutamente não sou ateu, nem é esse o meu crime, se bem que não sejam os deuses do povo, mas outros, e por serem outros é que me processas — ou se afirmas que não creio mesmo em deus nenhum e ensino isso aos outros.
—  Isso.é o que afirmo, que não crês mesmo em deus nenhum. (...)
—  Tu não mereces fé, Meleto, nem mesmo a tua própria, ao que parece. Este homem, Atenienses, acho que é por demais temerário e estouvado e me fez esta denúncia apenas por temeridade e estouvamento de juventude; ele dá a impressão de estar propondo uma adivinha para me experimentar: "Será que o sábio Sócrates vai perceber que estou brincando e me contradizendo, ou será que o vou lograr com os demais ouvintes?" Penso que ele se contradiz na denúncia, como se dissesse: "Sócrates é réu de crer nos deuses em vez de crer nos deuses." Isso é de quem está brincando.
Examinai comigo, senhores, por que penso que ele diz isso; tu, Meleto, responde-nos. Vós, de vossa parte, lembrai-vos do que vos pedi no começo e não vos amotineis se eu arranjar a discussão à minha maneira habitual.
Existe, Meleto, uma pessoa que acredite na existência de coisas humanas e não na dos homens? Que ele responda, senhores, e não levante protestos sobre protestos! Há alguém que hão acredite em cavalos e sim na equitação? não creia em flautistas, e sim na arte de tocar flauta? Não há, excelente homem; se não queres tu responder, eu o direi a ti e aos demais presentes. Responde, porém, à pergunta que vem após aquelas: há quem acredite em poderes demoníacos, mas não que existam demónios?

Exemplos como este podem muito bem serem usados como estratégia para desenvolver uma boa prova no Enem. Talvez seja este o segredo do Enem que você procurava para mandar muito bem na redação.

Coesão sequencial e recorrencial na redação

Progressão do texto é um dos aspectos interessantes da redação do Enem e que são avaliadas numa das competências. É bastante importante que você estude este aspecto porque ao fazer redação as ideias precisa estar bem ligadas para que haja, como é o assunto do post, progressão.

A coesão sequencial estabelece encadeamento entre os elementos do texto e o faz progredir

Para que o texto conduza o leitor com clareza, uma ferramenta é muito útil: os conectores discursivos, isto é, palavras ou expressões responsáveis pela criação de relações semânticas (causa, condição, finalidade etc). Entre os recursos que respondem pela coesão sequencial, podemos destacar:

Palavras de transição: Elas estabelecem relações entre os enunciados (frases, orações, parágrafos). Entre essas palavras estão as preposições, as conjunções e os advérbios. Algumas palavras e expressões de transição costumam ser comumente usadas para estabelecer relação de:

• Introdução: inicialmente, primeiramente, desde já, antes de tudo. Exemplo: Desde já, gostaria de parabenizá-los pelo excelente trabalho.

•  Continuação: além disso, do mesmo modo, bem como, ainda por cima. Exemplo: As enchentes causadas pelas chuvas no Rio de Janeiro desabrigaram muitas pessoas. Além disso, colocaram muitas comunidades em situação de alto risco.

• Conclusão: enfim, dessa forma, portanto, afinal. Exemplo: Não acredito que essa aula será útil. Portanto, não vou assistir a ela.

• Tempo: logo que, logo após, posteriormente, atual mente, não raro, enquanto isso. Exemplo: O telefone tocou logo que cheguei em casa.

• Conformidade: segundo, igualmente, assim também, de acordo com. Exemplo: Segundo soube, não haverá revisão das questões do vestibular.

• Causa e consequência: daí, por isso, de fato, em virtude de, assim. Exemplo: Seu carro não funcionava, por isso decidiu ir andando para o trabalho.

• Exemplificação e esclarecimento: por exemplo, então, isto é, em outras palavras, ou seja, quer dizer. Exemplo: As questões do Enem são de múltipla escolha, ou seja, uma alternativa deve ser selecionada entre várias opções.

Coesão recorrencial na redação do Enem

Ocorre pela repetição de termos ou de estruturas frasais semelhantes. Veja os exemplos:

• recorrência de termos: E o trem corria, corria, corria...

• recorrência de estruturas frasais semelhantes: Nosso céu tem mais estrelas

Nossas várzeas têm mais flores Nossos bosques têm mais vida Nossas vidas mais amores.

Gonçalves Dias, Canção do Exílio.

Dúvida Cruel

Quando "que" é pronome relativo e quando é conjunção?

A palavra que pode assumir diversas funções e causar muita confusão. Vamos analisar algumas de suas aplicações.

Pronome relativo: Quando o que for pronome relativo, aparecerá, normalmente, após o substantivo substituído por ele e poderá ser substituído por o qual, a qual, os quais, as quais. Exemplo:

Gostei muito da sopa que você cozinhou. (Gostei muito da sopa a qual você cozinhou.)

Conjunção: Quando o que for conjunção, ele estabelecerá a relação entre duas orações, por coordenação ou subordinação. Nesse caso, diferentemente do que acontece com o pronome relativo, não há substituição de nenhum termo por meio do que. Em qualquer desses casos, estabelecerá uma relação de sentido entre as duas orações. A seguir, veja uma oração coordenada sindética explicativa e uma oração subordinada adverbial comparativa.

Saia da minha frente, que não quero ver você. (Pois não quero ver você).

Você é mais esperto que eu. (relação de comparação)

Observe a tira reproduzida abaixo. O que funciona como pronome relativo em todos os quadrinhos.

tirinha-redação-do-enem-redação-enem-missão-enem-curso-online-medo-de-escrever-aula-online

O assunto de hoje é muito importante na redação do Enem. Por sinal, o Enem tem uma importância cada vez maior porque assumiu um papel importante dos vestibulares.

Uso de animais nas pesquisas – Redação do enem

Este texto é um exemplo de redação sobre um tema que já foi usado na Fuvest. Vocês podem ler como forma de estudar para a prova de redação também do Enem.

Exemplo de redação

Animais na ciência: avanços e controvérsias

escrever-redação-dissertação-aula-online

O uso de animais em experimentação científica tem sido de grande utilidade na construção do conhecimento humano em áreas tão distintas que vão desde o estudo da eletricidade (quando o italiano Alessandro Volta conduziu seus experimentos sobre este tema utilizando rãs) até os óbvios avanços em medicina e outras áreas da saúde. Há, contudo, grande resistência ao uso de animais em pesquisas científicas, oriunda de movimentos organizados em defesa dos animais e de políticos ligados a estes movimentos. Entretanto grande parte destes ativistas baseia-se em percepções confusas, chegando a comparar o uso de animais em pesquisas cientificas com o abuso sofrido por estes em rinhas, circos e vaquejadas. Há ainda quem diga, talvez por ignorância, que vacinas e fármacos novos não foram os principais responsáveis pelo declínio de doenças infecciosas, e há aqueles que, ingenuamente, defendem ferrenhamente determinadas espécies animais baseando-se em um conceito antropocentrista, admitindo ao mesmo tempo que outras espécies sejam maltratadas ou até exterminadas.
O primeiro equívoco a ser desfeito diz respeito à comparação estabelecida entre experimentos que utilizam animais, e os abusos praticados em rinhas, circos e vaquejadas. Nos experimentos sacrificam-se animais no intuito de descobrir novas soluções para lidar com enfermidades que afligem a humanidade. No caso de rinhas, circos, vaquejadas e afins, os animais são utilizados para "entreter" os espectadores em demonstrações de crueldade e sadismo sem nenhuma utilidade potencial que se justifique. É interessante perceber esta contradição no projeto de lei do vereador da cidade do Rio de Janeiro, Cláudio Cavalcanti, que proíbe o uso de animais em experimentos científicos. A lei ameaça a produção de vacinas (distribuídas nacionalmente) pela Fio-cruz, que utiliza camundongos para testá-las, como se estes testes fossem tão inúteis ou imorais como o sacrifício de animais em rinhas ou em rituais de umbanda.
Também outros argumentos infundados têm sido utilizados por ativistas contrários ao uso de animais em experimentos científicos, ao alegar que o produto final destas pesquisas, as novas vacinas e novos medicamentos, não são responsáveis pelo declínio de doenças infecciosas e, portanto, da mortalidade infantil. Para estes ativistas melhorias em questões como saneamento, higiene e alimentação seriam os fatores responsáveis para o decréscimo da mortalidade infantil. Embora seja verdade que saneamento, higiene e alimentação sejam importantes para a saúde geral de um indivíduo, a realidade é que os habitantes das favelas brasileiras não dispõem de serviços adequados em nenhum destes três quesitos e, ainda assim, a poliomielite é uma doença praticamente erradicada do território brasileiro, e graças a que?Graças a uma vacina. Mortes de crianças por difteria, tétano, sarampo, caxumba, rubéola e meningite são cada vez menos frequentes, graças às vacinas. Não apenas as crianças, mas também soropositivos e idosos são beneficiados por coquetéis e vacinas anti-gripais, que os protegem contra doenças oportunistas. É possível, entretanto, que argumentos tão infundados sejam proferidos não por ignorância, mas por doutrinamento ou radicalismos.
Porém, o mais ingénuo dos argumentos em "defesa" dos animais talvez seja aquele que, baseado em uma ática antropocentrista, pretende defender seres vivos que se assemelhariam mais aos humanos segundo determinados critérios, contudo não dispensam compaixão a outros seres vivos como, apenas como exemplo, outros animais, vegetais, parasitas mu/f/ e unicelulares, protozoários e bactérias. Uma vez que são todos seres vivos, qualquer critério antropocentrista seria arbitrário e enviesado.
Concluindo, os avanços decorrentes do uso de animais na ciência são inquestionáveis, e órgãos regulamentadores como o recém criado Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (CONCEA) devem atuar no sentido de permitir experimentos científicos que utilizem animais com o intuito de alcançar inovações e melhorias importantes para a vida em geral.

(Fonte: Unicamp)

Análise da redação

NA DISSERTAÇÃO, considerada acima da média pelos examinadores, observa-se um bom trabalho com o recorte temático e uma clara articulação com a coletânea, que foi muito bem aproveitada. Acompanhe como foi desenvolvida a redação:

PRIMEIRO PARÁGRAFO: partindo da constatação histórica de que o uso dos animais em experimentação é importante para um largo espectro de aplicações (em que se inclui um interessante exemplo, pouco citado, do mundo da física), o candidato expõe três argumentos em prol da proibição das experiências com animais e que pretende rebater nos parágrafos seguintes: a comparação do uso do animal na ciência ao uso de entretenimento ou sem fins práticos e utilitários, a negação de que o uso dos animais em experimentação teria sido um dos principais fatores de avanço na cura de doenças e diminuição da mortalidade humana e uma visão antropocentrista que estimula a defesa de determinados animais.

SEGUNDO PARÁGRAFO: rebate o primeiro argumento citado no parágrafo anterior. Defende que é um equívoco comparar o uso do animal na ciência ao abuso de animais com objetivo de entretenimento. Seu principal argumento é que a finalidade do sacrifício em laboratório é útil para a cura de doenças e o bem-estar do ser humano. Cita como exemplo de comparação equivocada a lei municipal que proíbe experiências com animais, idealizada peto vereador Cláudio Cavalcanti. É preciso observar que o candidato alude ao sacrifício de animais em "rituais de umbanda". 0 exemplo foi equivocado, pois a umbanda não sacrifica animais em seus rituais. Essa é uma característica de outra religião, também de raízes africanas, o candomblé. Mas a banca pareceu desconsiderar esse fato na avaliação. A banca examinadora deve ter entendido essa informação como um equívoco que não chegou a prejudicara argumentação.

TERCEIRO PARÁGRAFO: o candidato rebate o segundo argumento apresentado no primeiro parágrafo. Afirma que não há fundamento em dizer que as experiências com animais têm importância superestimada pela sociedade e cita como exemplo diversas doenças que puderam ser controladas com a criação de vacinas. Não deixa, porém, de fazer uma ressalva de que a melhora das condições de vida também é importante para o controle de doenças.

QUARTO PARÁGRAFO: é desenvolvido o terceiro argumento citado no primeiro parágrafo.'0 candidato classifica como ingénua a visão antropocentrista, que impele os defensores dos animais a se manifestar contra agressões a animais cujas características se aproximam mais das humanas.

QUINTO PARÁGRAFO: a conclusão do texto é coerente com o ponto de vista que o candidato demonstrou ao longo de todo o texto: "os avanços decorrentes do uso de animais na ciência são inquestionáveis". Sua proposta é que órgãos regulamentadores atuem para controlar e continuaras experiências.

Orações Subordinadas no Enem

Algo bem importante na prova do Enem são as relações entre orações. neste aspecto, estudar o que são as  orações subordinadas adjetivas e adverbiais ajudará bastante.

Como os nomes indicam, essas orações exercem a função de adjetivo ou de advérbio

Bem, as orações subordinadas podem ser substantivas, adjetivas ou adverbiais. Já falamos sobre as orações subordinadas substantivas em outros artigos. Tratemos agora dos outros dois tipos.

As orações subordinadas adjetivas caracterizam ou qualificam um nome qualquer da oração principal e são sempre introduzidas por pronomes relativos (que, quem, o/a(s) qual(is), onde, quanto/a(s), cujo/a(s)). Podem ser restritivas ou explicativas. Veja a seguinte frase: Meu irmão que é advogado está processando uma empresa.

Enem-Inscrições-Resultado-Gabarito-RedaçãoA oração "que é advogado" caracteriza o substantivo "irmão". Nesse caso, chamamos a oração de subordinada adjetiva restritiva: entre outros possíveis irmãos, ela está destacando (restringindo) um deles, que é advogado.

Agora, observe a frase: Meu irmão, que é advogado, está processando uma empresa. Colocada entre vírgulas, a oração"que é advogado"está explicando uma característica de seu único irmão. Nesse caso, ela é uma oração subordinada adjetiva explicativa.

Quanto às orações subordinadas adverbiais, elas agem na frase com um advérbio, exercendo a função de adjunto adverbial. Elas funcionam,sintaticamente, como acessórios de verbos, advérbios ou adjetivos presentes na oração principal. As orações subordinadas adverbiais são introduzidas, muitas vezes, por uma conjunção subordinativa e podem indicar relações de:

• Causa: referindo-se ao que causou a ação indicada pelo verbo da oração principal. Conjunções causais mais usadas: porque, pois que, uma vez que, visto que, visto como, já que, porquanto, como. Exemplo: Chorei porque fiquei emocionado.


• Comparação com a ação indicada pelo verbo da oração principal. Conjunções comparativas mais comuns: que/ do que (precedidos de tão, tanto, mais, menos, melhor, pior, maior, menor, na oração principal), como, assim como, assim. Exemplo {veja anúncio publicitário ao lado): Comer como um passarinho é ótimo.


• Concessão à ideia expressa pelo verbo da oração principal. Podem apresentar uma ideia contraditória ou inesperada. Principais conjunções concessivas mais comuns: embora, ainda que, posto que, a menos que, se bem que, conquanto, mesmo que, nem que, apesar de que, (por mais) que, (por muito), que. Exemplo: Embora eu não fosse mais criança, minha alma ficava completamente feliz. (Cecília Meireles)


• Condição em relação ao predicado da oração principal. As conjunções condicionais mais significativas são: se, caso, exceto, salvo, desde que, contanto que, sem que, a menos que, a não ser que. Exemplo: Se todos os frequentadores dos cinemas fossem casais de namorados, o problema não existiria, nem esta crónica. (Vinícius de Moraes)


• Conformidade em relação à ação expressa pelo verbo da oração principal. As conjunções conformativas mais usuais são: conforme, como, consoante, segundo. Exemplo: Aconteceu tudo como você disse (que ia acontecer).


• Consequência resultante da ação indicada pelo verbo da ação principal. Principais conjunções consecutivas: (tão) ...que, (tanto) ...que, (tal) ...que, (tamanho) ...que, de forma que, de modo que, de sorte que, tanto que. Exemplo: A festa era tão longe que desisti de ir.


•  Finalidade do fato enunciado na oração principal. Conjunções finais mais importantes: para que, que (= para que), a fim de que, porque (= para que). Exemplo: Deve tomar o primeiro ônibus da manhã para que chegue a tempo ao seu compromisso.


• Proporcionalidade com o verbo da oração principal. Conjunções proporcionais mais usadas: à proporção que, à medida que, ao passo que, (quanto mais) ...mais, (quanto mais) ...menos. Exemplo: Quanto mais era provocado, mais raiva sentia.


• Tempo em que ocorre a ação indicada pelo verbo da oração principal. Conjunções temporais mais importantes: quando, enquanto, assim que, logo que, até que, depois que, desde que, que (= desde que), apenas, mal, sempre que, cada vez que, antes que. Exemplo: Mal entrei em casa, o telefone tocou.

E a prova de redação no enem?

construir uma boa redação dissertativa

Bem a prova de redação do enem exige do candidato todos esses conhecimentos. Sempre digo que nos expressamos melhor quando conhecemos os mecanismos da Língua Portuguesa, por isso mesmo é que devemos estudar a estrutura da redação para aprender a fazer uma boa redação dissertativa.

Entendendo o fazer redação no Enem

Leia a definição de texto escrita por um autor alemão bastante citado pelos estudiosos brasileiros que se dedicam à pesquisa sobre as condições de textualidade, chamado Harald Weinrich, e procure lembrar-se dela cada vez que for escrever ou ler.
Um texto é, sem dúvida, uma totalidade em que tudo está relacionado. As orações seguem-se umas às outras numa ordem lógica, de forma que cada oração entendida ajuda a compreensão orgânica da seguinte. De outra parte, a oração seguinte, quando entendida, influi sobre a compreensão da precedente, de forma que esta se entende melhor quando se volta a pensar nela. É assim que alcançamos a compreensão de um texto. Por isso, toda oração esta subordinada a outra na medida em que não só se não compreende por si mesma, mas também contribui para a compreensão de todas as outras. Isso demonstra que não só a oração isolada, como também o texto inteiro, é um andaime de determinações cujas partes são interdependentes.
Para operar com a definição dada por Weinrich, vamos escrever um texto contendo as orientações necessárias para ensinar um leitor a montar jogos que ele não conhece e, fundamentalmente, jogar.
O objetivo desta atividade é compreender a necessidade de fornecer informações precisas quando se escreve um texto, bem como compreender que no texto há orientações que necessariamente devem ser seguidas pelo leitor para que se cumpra o objetivo deste texto.
Escrever orientações para a montagem de um jogo e para jogá-lo, vai implicar em considerar a ordem das orientações, selecionar as informações relevantes e, principalmente, pensar em um leitor que não tem o conhecimento que você tem sobre o jogo.
Escrever um texto orientando alguém a desenhar um jogo em uma folha de papel e a jogar. Lembre-se que o texto será escrito para um leitor que não conhece o jogo e que tem em mãos uma folha em branco. Seguindo as orientações dadas ele deverá desenhar o jogo nesta folha de forma que seja possível jogar.
Após escrever o texto, procurar alguém que se disponha a desenhar o jogo para verificar se as instruções dadas estavam corretas e para verificar se a pessoa de fato entendeu o seu texto. Trazer o resultado na próxima aula.
O mesmo exercício pode ser feito com uma dobradura, pois assim também é possível chamar a atenção para algo fundamental: a diferença entre falar ou escrever sobre um tema com elementos contextuais presentes e fazê-lo sem estes elementos e, portanto, fornecendo-os no texto, além das orientações.
Com a atividade de escrita de um texto que orienta o leitor a fazer um jogo, ou uma dobradura, você tem de trabalhar com o que se chama de coesão textual, ou seja, com os elementos lingüísticos que estabelecem as relações de significado na superfície do texto. Estas relações são importantes para garantir o sentido global do texto.
É bem provável que você tenha feito várias retomadas das mesmas informações, algumas vezes usando da repetição e outras vezes substituindo-as por termos e expressões de significados muito parecidos. Pode ser também que você tenha percebido que alguns elementos do texto nem sempre precisaram ser repetidos, porque eram facilmente recuperáveis pelos leitores e assim por diante.
Além disso, você teve que respeitar uma ordem rígida de apresentação destas informações para que o jogo pudesse ser feito e jogado e para isso usou palavras e expressões como depois, feito isso, após esta etapa, entre outras que indicam a ordem temporal na execução das tarefas de montagem do jogo.
Você teve de trabalhar também com o que se chama em produção de textos de informatividade, fator que, além de garantir o interesse do leitor pelo texto, ao acrescentar informações novas, também diz respeito ao fornecimento de dados suficientes para que o leitor compreenda o texto e chegue ao resultado esperado pelo autor. Como seu objetivo era levar o leitor a montar o jogo e conseguir jogar, o fornecimento de dados suficientes deve ter sido crucial no seu texto, sem deixar de lado nenhuma das informações importantes para a montagem do jogo de modo que pudesse ser jogado.
As operações que você efetuou são uma parte dos procedimentos de escrita que vão garantir que um texto faça sentido para quem lê, estabelecendo o que se chama de coerência textual.
Este trabalho, que não é o único a ser empreendido na produção de textos, vai se repetir praticamente na produção de qualquer texto.
Portanto, levando em consideração as operações feitas na produção do texto anterior, leia atentamente o fragmento abaixo, que foi extraído de uma redação escolar produzida por um aluno de oitava série, e resolva o que se pede a seguir.
1.    O livro que eu li tinha algumas palavras que
2.    não eram do meu conhecimento por isso não consegui
3.    entendê-lo perfeitamente.
4.    O autor deste livro para mim quis dizer como é
5.    uma criança viver sem pai e sem mãe no mundo
6.    de hoje.
7.    A personagem principal do texto foi muito
8.    bem colocado pelo autor.
9.    Para mim este livro foi muito produtivo
10.  Pois tirei uma lição de vida que me fez olhar para o
11. Mundo realidade não fantasias
a) Algumas informações poderiam ter sido colocadas no texto acima para que ele ficasse mais completo. Em quais trechos se pode perceber que estas informações fazem falta para uma melhor compreensão?
b) Escrever uma hipótese sobre os motivos que teriam levado o autor a escrever sem fornecer algumas informações importantes.
Trazer textos extraídos de jornais ou revistas sobre livros e um livro que você leu para escrever um texto sobre ele na próxima aula.
Feita a escrita do texto sobre o livro que você leu e contrapondo-a ao trecho de texto de aluno de oitava série que você teve a oportunidade de analisar, você deve ter percebido a importância e, ao mesmo tempo, a dificuldade de selecionar e inserir no texto o conjunto de informações que garante a coesão e a coerência textual.
Agora leia as anotações abaixo e escreva um texto que as incorpore, deixando bem clara a situação em que podem ter sido escritas. Para isso é preciso estabelecer antes, principalmente, qual é o contexto em que as anotações foram produzidas e quem faz parte direta ou indiretamente da situação. Esta atividade visa aumentar a percepção de que em qualquer texto é necessário trabalhar com elementos que fazem com que tudo se relacione na superfície textual e com o fornecimento dos dados do contexto.
  • O telefone está pago. Até amanhã religa.
  • Sua mãe telefonou. Pareceu não saber de nada.
  • Acho que não ligou antes.
  • Orçamento máquina de lavar: R$72,00. Tudo bem?
  • Isso tudo me lembra Os ratos. Já leu?
  • Um dia as coisas se ajeitam.
  • Beijão.
A concretização da escrita pedida até agora visavam fazer notar a necessidade de fornecimento de informações concretas ao leitor em um texto em que tudo se relaciona.
Retome agora todos os seus textos para observar se houve uma mudança na qualidade de seu texto e para trabalhar em alguns pontos que você julgar necessário.
Um outro modo de perceber a dificuldade de selecionar informações para fornecer em um texto e, ao mesmo tempo, pensar em um leitor que não conhece o assunto é escrevendo um texto orientando para fazer coisas muito comuns e banais. Tente, por exemplo, fazer um texto explicando como consultar um calendário, vestir uma peça de roupa, fazer um nó, tirar uma fotografia, como chegar a um endereço bastante conhecido ou pense em algo mais comum ainda. É muito interessante também transformar um exercício de matemática em texto.

Quer aprender a fazer um texto perfeito no vestibular?


http://queropassar.net/missao-enem/
 

3 exercícios de interpretação fáceis

Estes são três exercícios bastante simples de interpretação de textos que podem ajudar os estudantes a melhorar neste aspecto tão criticado por professores e especialistas. Muitos dizem que os alunos não conseguem interpretar enunciados simples e que isso dificulta demais a resolução de exercícios no Enem. Por isso mesmo que a prática vai ajudar a fazer melhor aquilo que se espera pelas bancas dos maiores vestibulares do país.

TEXTO III

Os animais que eu treino não são obrigados a fazer o que vai contra a natureza deles.

(Gilberto Miranda, na Folha de São Paulo, 23/2/96)

10) O sentimento que melhor define a posição do autor perante os animais é:

a) fé

b) respeito

c) solidariedade

d) amor

e) tolerância

11) O autor do texto é:

a) um treinador atento

b) um adestrador frio

c) um treinador qualificado

d) um adestrador consciente

e) um adestrador filantropo

12) Segundo o texto, os animais:

a) são obrigados a todo tipo de treinamento.

b) fazem o que não lhes permite a natureza.

c) não fazem o que lhes permite a natureza.

d) não são objeto de qualquer preocupação para o autor.

e) são treinados dentro de determinados limites.

acesse-agora-missao-enem-600px

Gabarito dos exercícios

Texto III

10) Letra b

O autor demonstra respeito pelos animais, no momento em que não os força a fazer coisas para as quais sua natureza não está preparada. Ou seja, ele respeita os limites de cada um. Não se trata necessariamente de amor ousolidariedade, como alguns podem pensar.

Pode-se respeitar sem que haja amor, no mais profundo sentido do termo. A solidariedade é uma atitude de apoio àquelas pessoas que se encontram em dificuldades de qualquer espécie. e tolerância seriam escolhas absolutamente inadequadas.

11) Letra d

Se o autor fosse um adestrador frio, não hesitaria em forçar os animais. Treinador qualificado não serve como resposta, pois nada garante no texto que ele seja muito bom adestrador. Ele poderia respeitar os animais e não saber treiná-los devidamente. Adestrador filantropo é absurdo. Filantropia é caridade, ajuda incondicional aos necessitados do corpo ou do espírito. Talvez haja dúvidas entre as letras a (treinador atento) e d (adestrador consciente). Fica melhor a letra d, por duas razões: adestrador é termo adequado, por se tratar de treinamento de animais; conscientediz mais do que atento, pois o autor está consciente das limitações dos animais.

12) Letra e

As duas primeiras opções dizem a mesma coisa e indicam o oposto do que o texto nos apresenta. A letra c não tem sentido algum, pois, se a natureza permitisse, o adestrador poderia tentar normalmente.

A letra d dispensa comentários, em face do seu absurdo. A resposta só pode ser a letra e, pois fala do respeito que o autor tem pelos limites de seus animais.

O que é o Enem? – Instruções práticas aqui

Você sabe o que é o Enem? Sabe o que é avaliado na prova do enem? Sabe o que faz uma redação ter uma nota boa e a outra ser zerada? neste artigo trataremos de questões importantes para você que fará o Enem em 2017 e que precisa de um norte desde já para mandar muito bem no dia da avaliação.

Instruções e exercício para Enem

A leitura do mundo precede sempre a leitura da palavra, e a leitura desta implica a continuidade da leitura daquele. - Paulo Freire.

A importância do ato de ler: em três artigos que se completam. 26. ed. São Paulo: Cortez, 1991 (adaptado).

Desde os nossos primeiros contatos com o mundo, percebemos o calor e o aconchego de um berço diferentemente das mesmas sensações provocadas pelos braços carinhosos que nos enlaçam. A luz excessiva nos irrita, enquanto a penumbra tranquiliza. O som estridente ou um grito nos assustam, mas a canção de ninar embala nosso sono. Uma superfície áspera desagrada, no entanto, o toque macio de mãos ou de um pano como que se integram a nossa pele. E o cheiro do peito e a pulsação de quem nos amamenta ou abraça podem ser convites à satisfação ou ao rechaço. Começamos assim a compreender, a dar sentido ao que e a quem nos cerca. Esses também são os primeiros passos para aprender a ler.

Maria Helena Martins (0 que é leitura. 3. ed. São Paulo: Brasiliense, 1997.)

Tudo começa quando a criança fica fascinada com as coisas maravilhosas que moram dentro do livro. Não são as letras, as sílabas e as palavras que fascinam. É a história. A aprendizagem da leitura começa antes da aprendizagem das letras: quando alguém lê e a criança escuta com prazer. [...] a criança se volta para aqueles sinais misteriosos chamados letras. Deseja decifrá-los, compreendê-los — porque eles são a chave que abre o mundo das delícias que moram no livro! Deseja autonomia: ser capaz de chegar ao prazer do texto sem precisar da mediação da pessoa que o está lendo.

Rubem Alves - O prazer da leitura.

O que é o Enem?

segredos-do-enem-2017-estudar-vestibularAs provas do Enem não têm em vista avaliar se o estudante é capaz ou não de memorizar informações. Além do conteúdo específico de cada disciplina, o exame tem por objetivo avaliar se o estudante tem estruturas mentais desenvolvidas o suficien­te para lhe possibilitar interpretar dados, pensar, tomar decisões adequadas, aplicar conhecimen­tos em situações concretas. E também se tem, na vida social, uma postura ética, cidadã.

Para aferir essas competências, o Enem avalia os cinco eixos cognitivos comuns às quatro áreas do conhecimento.

Os cinco eixos cognitivos

Os documentos do Enem anteriores a 2009 referiam-se a cinco competências e a 21 habilidades, que, nas provas do exame, eram avaliadas em todas as áreas. Em 2009, entre­tanto, essas cinco competências gerais ganharam outra denominação, eixos cognitivos, uma vez que cada área passou a avaliar competências e habilidades específicas. Assim, apesar da mudança de nome, os eixos cognitivos ou as antigas competências gerais continuaram os mesmos. Veja na próxima página:

A) Dominar Linguagens:

Essa competência é muito ampla, pois está associada ao domínio da norma culta da língua portuguesa, das linguagens matemática, científica, artística e das línguas espanhola e inglesa. A linguagem é responsável por organizar o pensamento. Além disso, dominar linguagens é, também, saber adequar o que se fala ao público que está ouvindo. Dessa forma, de nada adianta possuir amplo domínio das normas gramaticais da Língua Portuguesa, se o sujeito não é capaz de se fazer entender por utilizar palavras desconhecidas do grande público.

B) Compreender fenômenos:

A compreensão de fenômenos dá-se, normalmente, por sucessivas aproximações. Compreender fenômenos é, portanto, uma questão complexa que está associada ás mais diversas áreas do saber. Os fenômenos podem ser de ordem científica, social, econômica, etc. Mas exigem certas estruturas para sua compreensão.

C) Resolver situações-problema:

O objetivo da aprendizagem é tornar os sujeitos capazes de enfrentar e resolver, de forma original e autônoma, os problemas que lhes são apresentados. Dessa forma, esse eixo cognitivo está claramente orientado para a mais importante das finalidades da educação escolar. Em outras palavras, é necessário que os conteúdos escolares possam estar a serviço do desenvolvimento das habilidades e não sejam, apenas, um fim em si mesmos.

D) Construir argumentações:

Diante de uma situação concreta de solução de problemas, que pode ser, por exemplo, um debate sobre a destinação de recursos do orçamento de um condomínio, será necessário que uma pessoa organize seus conhecimentos e apresente suas ideias de forma clara, sucinta e com poder de persuasão. A construção de argumentação é, por si só, uma atividade interdisciplinar, pois exige a coordenação de diversas ideias a serviço de um determinado fim.

É evidente que exige que a pessoa tenha desenvolvido um repertório razoável de conhecimentos. Mas somente os conhecimentos não são suficientes para garantir que a construção de argumentação seja feita de maneira satisfatória. É preciso, pois, que a pessoa desenvolva a capacidade de mobilizar seus conhecimentos, torná-los operacionais e saiba apresentá-los de forma lógica e coerente.

E) Elaborar propostas:

Diante de uma realidade apresentada, por exemplo, a situação da corrupção que existe em algumas esferas da política nacional, o sujeito deve ser capaz de compreender essa realidade e propor ações capazes de reverter o quadro desagradável. Nessa elaboração, deve-se fugir do senso comum e levar em conta os direitos humanos, preservar a natureza e não ofender a pátria.

Assim, elaborar uma proposta de intervenção solidária na realidade não é uma tarefa simples, pois exige a articulação entre diversos saberes, inclusive saberes que não fazem parte do currículo padrão das escolas, mas que funcionam como temas transversais, como a Ética, por exemplo.

Há, a seguir, uma questão extraída de um exame do Enem. Leia-a e tente resolvê-la. Depois identifique os eixos cognitivos que estão sendo avaliados.

Sob o olhar do Twitter

Vivemos a era da exposição e do compartilhamento. Público e privado come­çam a se confundir. A ideia de privacidade vai mudar ou desaparecer.

O trecho acima tem 140 caracteres exatos. É uma mensagem curta que tenta encapsular uma ideia complexa. Não é fácil esse tipo de síntese, mas dezenas de milhões de pessoas o praticam diariamente. No mundo todo, são disparados 2,4 trilhões de SMS por mês, e neles cabem 140 toques, ou pouco mais. Também é comum enviar e-mails, deixar recados no Facebook, falar com as pessoas pelo MSN, tagarelar no celular, receber chamados em qualquer parte, a qualquer hora. Esta­mos conectados. Superconectados, na verdade, de várias formas.

[...] O mais recente exemplo de demanda por total conexão e de uma nova sintaxe social é o Twitter, o novo serviço de troca de mensagens pela internet. O Twitter pode ser entendido como uma mistura de blog e celular. As mensagens são de 140 toques, como os torpedos dos celulares, mas circulam pela internet, como os textos de blogs. Em vez de seguir para apenas uma pessoa, como no celular ou no MSN, a mensagem do Twitter vai para todos os "seguidores" — gente que acom­panha o emissor. Podem ser 30, 300 ou 409 mil seguidores.

MARTINS, I.; LEAL, R. Época. 16 mar. 2009 (fragmento adaptado).

Dicas para usar melhor o Twitter

Coloque-se no lugar de seu leitor: você gostaria de saber que alguém está comen­do um lanche?

Cuidado com o que você vai publicar: você quer mesmo que todo mundo saiba detalhes de sua vida afetiva ou sexual?

Encontre uma velocidade ideal de mensagens: se forem poucas, ninguém vai segui-lo; se forem muitas, as pessoas vão deixar você de lado

Use a busca para encontrar pessoas e assuntos que lhe interessam. Se quiser seguir os resultados da busca, cadastre-a em seu leitor de RSS

Aprecie com moderação: o Twitter pode dispersá-lo. Se estiver concentrado, dei­xe-o fechado. Dose o tempo que você gasta com ele

Se a conversa começar a ficar longa, ligue para a pessoa ou use o MSN

Não tente ler tudo. É impossível! De tempos em tempos, avalie se você quer real­mente seguir todas aquelas pessoas

MARTINS, I.; LEAL, R. Época. 16 mar. 2009.

Da comparação entre os textos, depreende-se que o texto II constitui um passo a passo para interferir no comportamento dos usuários, dirigindo-se diretamente aos leitores, e o texto I:

a) adverte os leitores de que a internet pode transformar-se em um problema porque expõe a vida dos usuários e, por isso, precisa ser investigada.

b) ensina aos leitores os procedimentos necessários para que as pessoas conheçam, em profundidade, os principais meios de comunicação da atualidade.

c) exemplifica e explica o novo serviço global de mensagens rápidas que desafia os hábitos de comunica­ção e reinventa o conceito de privacidade.

d) procura esclarecer os leitores a respeito dos perigos que o uso do Twitter pode representar nas relações de trabalho e também no plano pessoal.

e) apresenta uma enquete sobre as redes sociais mais usadas na atualidade e mostra que o Twitter é preferido entre a maioria dos internautas.

3 exercícios de linguagem, discurso e produção de sentido

Estas são atividades essenciais para provas como a que os alunos fazem quando concluem o Ensino Médio. Questões envolvendo variação linguística e interpretação de textos são as preferidas do Enem. Já em provas como a da Unicamp, a intertextualidade aparece bem mais. Além disso, há questões envolvendo a interdisciplinariedade. Bem, são apenas três exercícios, mas eles vêm com gabarito para que você possa conferir o seu desempenho e reformular seu planejamento caso seja necessário.

Questões de interpretação para estudar no Enem

AS QUESTÔES DE 1 A 3 DEVEM SER RESPONDIDAS COM BASE NO TEXTO V.

TEXTO I

clip_image001

(Veja, 27/11/2007)

QUESTÃO 1 (Descritor: identificar e analisar recurso de linguagem explorado na construção do texto.)

Assunto: Recurso de construção de texto/linguagem, discurso e interação.

A forma de organização do texto aponta para uma oposição. EXPLIQUE como o texto foi organizado e qual é a oposição a que se pode fazer referência a partir da leitura do texto.

QUESTÃO 2 (Descritor: identificar e analisar uso de figuras de linguagem dentro do texto.)

Assunto: Recurso de construção de texto/linguagem, discurso e produção de sentido.

Ao longo do texto, o produtor utilizou a palavra “princípio” duas vezes. Quais as conotações que tal palavra assume levando-se em consideração o contexto?

QUESTÃO 3 (Descritor: identificar e analisar recurso de linguagem explorado na construção do texto.)

Assunto: Recurso de construção de texto/linguagem discurso e produção de sentido.

No último quadrinho do texto, estão representados três grupos sociais. IDENTIFIQUE-OS e EXPLIQUE com base em quais elementos do texto você fez o reconhecimento desses grupos.

Gabarito dos exercícios

QUESTÃO 1

As imagens retratam duas épocas distintas, mostrando que a sociedade atual se organiza em torno do lucro. A oposição presente no texto diz respeito à divisão de trabalho e de classes. O texto sugere, na primeira cena, uma divisão igualitária do trabalho; já no segundo quadro, evidencia a sobreposição do empresário sobre as demais classes.

QUESTÃO 2

No primeiro quadro, a palavra princípio deve ser interpretada como início; já no segundo, remete à filosofia capitalista, à doutrina empregada na prática capitalista.

QUESTÃO 3

O homem gordo representa os empresários, o chapéu e o charuto dele apontam até para o viés estrangeiro do “investidor-explorador”; o homem com a mão no queixo representa a força de trabalho, a classe trabalhadora, note que ele traz uma ferramenta na mão. O homem de óculos representa a classe média, que tem sua renda achatada em função dos altos impostos e das altas margens de lucro aplicadas aos bens de serviço e de consumo.

Teoria e prática sobre colocação pronominal

assinar descomplica-enem-redação-nota-1000Estudar gramática não é o fico daqueles que estudam para o Enem. Muitos professores propagam a ideia de que não cai gramática na prova do Enem. O que esquecem é que para escrever bem na hora de fazer a redação, o candidato precisa de conhecimentos suficientes para não cometer equívocos que prejudiquem a compreensão dos enunciados. por isso mesmo, ainda que seja estudar a formação das palavras, ainda que seja para abordar o grau do adjetivo nas aulas, tudo é conhecimento prévio e necessário para escrever com clareza e de forma eficaz. Por isso mesmo que é bom o Descomplica com suas aulas em vídeo.O candidato poderá formar a base para ir mais a fundo no estudo da Gramática e da Literatura.

O pronome pessoal oblíquo átono pode estar em:

Próclise - antes do verbo: Não me apresentem conclusões precipitadas.

Ênclise - depois do verbo: Fizeram-me declarações insensatas

Mesóclise - no meio do verbo: Realizar-se à um desfile cívico.

Obs.: Uma colocação culta – Apossínclise: Se me não falha a memória, vi-o ontem. Disseram-me que lhe nunca contaram a verdade.

ÊNCLISE

O pronome pessoal oblíquo átono ficará enclítico em orações em que apareçam:

. Verbo no imperativo afirmativo: Convoque-os para os exames. Chame-os imediatamente

. Verbo no gerúndio, não precedido da preposição em: Os eleitores recebiam o candidato, acenando-lhe

com certeza. Não ficará em paz consigo mesmo, deixando-a partir.

. Verbo no infinitivo não-flexionado precedido da preposição a, desde que o pronome seja o(s), a(s):

Passou muitos dias a observá-la. Os problemas, comecei a resolvê-los.

ATENÇÃO: Embora contrarie um hábito de fala brasileira, não se deve, pelo menos na escrita, começar uma oração com pronome oblíquo átono:

Dêem-me, por favor, informações precisas. Pareceu-nos que haveria retaliações. Pegou os documentos, dirigiu-se à pagadoria e assinou a petição.

OBS.: 1. verbos terminados em R S Z perderão essas consoantes e os pronomes o (s), a (s) serão acompanhados de L: fazer o dever= fazê-Lo; lês a revista= lê-La; pus a carta= pu-La; fiz a mala= fi-La.

2. verbos terminados em M ou sílaba nasal serão acompanhados dos oblíquos o(s), a(s) seguidos de N: fazem a lista= fazem-Na; compraram o carro= compraram-No; põe a mesa= põe-Na.

3. verbos terminados com MOS perdem o S quando se seguem do oblíquo NOS: subscrevemo-nos; divertimo-nos.

4. nos demais casos dá-se a colocação enclítica normal: vi a menina= vi-a; enviamos a ele= enviamos-lhe; encontrei a vós= encontrei-vos.

PRÓCLISE

Haverá próclise quando, antes do verbo, aparecerem:

. Palavras de valor negativo: Jamais os vi mais gordos. Não te contei ainda os boatos?

. Pronomes relativos: Aqueles que se dedicam serão recompensados. Os alunos a cujas provas me referi devem fazer recuperação. Este é o sítio onde nos encontramos. É famoso o autor do qual lhe falei.

. Conjunções subordinativas: Quando vos chamarem, ide. Não sei se te esclareci as dúvidas. Quero que me aceitem como sou.

. Advérbios ou locuções adverbiais: Aqui se fabricam ótimos refrigerantes. De vez em quando os visito.

ATENÇÃO:

Havendo pausa depois do advérbio ou locução adverbial, usa-se a ênclise:

Aqui, fabricam-se ótimos refrigerantes. De vez em quando, visito-os.

. Pronomes neutros indefinidos e demonstrativos: Tudo se resolveu a tempo. Ninguém nos informou das novidades. Aquilo nos foi dito ontem. Isto me parece perigoso.

TAMBÉM É USADA A PRÓCLISE EM ORAÇÕES:

. que exprimem desejos (optativas): Bons ventos o levem! Deus o guarde!

. iniciadas por palavras interrogativas e exclamativas: Quem te ofereceu o televisor? Onde se encontravam?

Como te esqueceste de teus amigos!

. com verbo no gerúndio, precedido da preposição em: Em se tratando de política, preferiu silenciar.

MESÓCLISE

A mesóclise será usada com verbo no futuro do presente ou futuro do pretérito, desde que não haja

expressão que motive a próclise:

Realizar-se-á o casamento. Não se realizará o casamento.

Far-se-iam mudanças radicais. Jamais se fariam mudanças radicais.

Vê-lo-ei à tarde. Amanhã o verei à tarde.

COLOCAÇÃO DO PRONOME NAS LOCUÇÕES VERBAIS

O pronome oblíquo pode ficar proclítico ou enclítico ao verbo auxiliar ou, ainda, enclítico ao principal:

Eu lhe quero falar. Eu quero-lhe falar. Eu quero falar-lhe.

Ela te estava amando. Ela estava-te amando. Ela estava amando-te.

Se houver palavra que motive a próclise, o pronome ficará antes do auxiliar ou enclítico ao principal:

Não lhe quero falar. Não quero falar-lhe.

Ela não te estava amando. Ela não estava amando-te.

Lembre-se, também, de que o pronome oblíquo átono nunca pode estar enclítico a um particípio:

Eles nos tinham premiado. Eles tinham-nos premiado. Eles não nos tinham premiado.

EXERCÍCIOS BÁSICOS

01. Observe a topologia pronominal e marque V ou F, considerando a visão da gramática normativa, ainda que destoante do uso coloquial:

a) Aqui vendem-se móveis usados.

b) Se vendem móveis usados aqui.

c) Pegue os livros e leve-os.

d) Ninguém me telefonou hoje.

e) Deus te abençoe!

f) Em se falando de futebol, todos opinam.

g) Eu te quero falar hoje.

h) Eu não quero falar-te hoje.

i) Tenho escrito-lhe muitas cartas.

j) Tenho-lhe escrito muitas cartas

l) Têm-se discutido muitas reformas

m) Têm discutido-se muitas reformas.

n) Ter-se-iam discutido muitas reformas.

o) De vez em quando se agrediam.

p) Me empenhei na consecução dos objetivos.

q) Convoquei-os para a reunião extraordinária.

r) Pedi-lhes que trouxessem-nos os processos.

s) Como enganas-te, meu amigo!

t) Queremos dizer-lhe que tudo foi um equívoco.

u) Ele a estava namorando.

v) Ele estava namorando-a.

x) Estariam-se namorando?

z) Ele não quis namorá-la.

02. (FCC) Assinale a alternativa correta:

a) Nunca aborreci-te com pedidos insistentes, nem incomodei-te com minhas amizades lusos-brasileiras.

b) Nunca te aborreci com pedidos insistentes, nem incomodei-te com minhas amizades lusas-brasileiras.

c) Nunca aborreci-te com pedidos insistentes, nem te incomodei com minhas amizades luso-brasileiras.

d) Nunca aborreci com pedidos insistentes, nem incomodei-te com minhas amizades lusos-brasileira.

e) Nunca te aborreci com pedidos insistentes, nem te incomendei com minhas amizades luso-brasileiras.

03.(Santa Casa) Há um erro de colocação pronominal em:

a) .Sempre a quis como namorada..

b) Os soldados não lhe obedeceram às ordens.

c) .Todos me disseram o mesmo..

d) .Recusei a idéia que apresentam-me..

e) .Quando a cumprimentaram, ela desmaiou..

04. (ESAF) O oblíquo o coloca-se proclítico nos períodos abaixo, exceto em:

a) Deus ______ livre _______ de um tropeço na prova!

b) Como ______ achou ______ ontem?

c) Não quis o rapaz aqui, _____ mandei ____ embora.

d) Talvez _____ encontre ______ na outra sala.

e) Nada _____ perturba ______ nas provas.

05. (ITA-SP) Assinale a alternativa correta:

a) Jamais importunei-te com minhas crises econômico-financeiras!

b) Jamais te importunei com minhas crises econômicas-financeiras!

c) Jamais importunei-te com minhas crises econômica-financeiras!

d) Jamais te importunei com minhas crises econômico-financeiras!

e) Jamais importunar-te-ei com minhas crises econômica-financeiras.

06. (Santa Casa) Os técnicos _____________ bem para os jogos, mas, ________________ contra nova derrota, pediam que treinasse ainda mais.

a) o haviam preparado se tentando precaver.

b) haviam preparado-o se tentando precaver.

c) haviam-no preparado-o se tentando precaver.

d) haviam-no preparado se tentando precaver.

e) haviam-no preparado tentando precaver-se.

07. (UFCE) Indique a alternativa em que a colocação do pronome pessoal átono não obedece às normas

vigentes:

a) Fi-lo e fá-lo-ei sempre que o quiser. b) Dar-lhos-íamos se pedissem.

c) Muitas vezes temos prevenido-o do fato. d) Ter-lhe-iam falado a respeito.

08. (UFC) Assinale as opções gramaticalmente corretas quanto à colocação pronominal:

a) Sobre aquela ocorrência, os alunos tinham prevenido-o há alguns dias.

b) Nesta circunstância, amparemo-los com todo o carinho.

c) Quanto ao emprego, não aceitando-o, oferecê-lo-ei a outro amigo.

d) Não sei se me não deves agradecer.

09. (Fac. Brás Cubas) Apontar a sentença que não deverá ser corrigida:

a) Não resolverar-se o caso imediatamente.

b) Sabes o que deverá-se dizer ao professor?

c) Poder-se-á resolver o caso imediatamente.

d) Sabe o que deverá dizer-se ao professor?

e) Poderá-se resolver o caso imediatamente.

10. (UECE) Assinale a alternativa correta quanto à colocação pronominal.

a) Aquilo parece-me sonho.

b) Este que fala-vos nunca disse mentiras.

c) Aqui deu-se a maior tragédia da história.

d) Sairei, já que não me aceitam no emprego.